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No sentido de promover a imagem e valorizar a fileira da moda, os sectores têxtil, vestuário, calçado e ourivesaria juntaram-se para dinamizar este sector. Um dos denominados “Sectores Tradicionais” da Região Norte é o sector da moda, nomeadamente os relacionados com o “vestir” e com o “usar”, agregando portanto as áreas do têxtil, vestuário, calçado e ourivesaria.

A visão que dá origem a esta agregação resulta fundamentalmente do objectivo de intensificar a dimensão tecnológica destas áreas por um lado e, por outro, a de trabalhar na área das marcas, das redes de distribuição e da aproximação ao consumidor.

Em particular a Região Norte, apresenta cada vez menos oportunidades na manufactura pura e dura e essa realidade terá que ser assumida e combatida. Torna-se crucial a aposta na área das aplicações tecnológicas e da exploração dos nichos de mercado a ela ligados. A inovação não tecnológica (como design, estilismo, etc.) assume aqui uma importância tão grande ou ainda superior à inovação de carácter tecnológico.


Caracterização

Procura afirmar internacionalmente Portugal como criador e produtor de excelência na moda.

“Made in Portugal” significa responder de forma inovadora às novas dinâmicas, associando moda e design, desenvolvimento sustentável e responsabilidade social; e promover qualificação e formação com vista ao reconhecimento distintivo no mercado internacional.

Ou seja, tem como objectivo fundamental promover a imagem e a valorização dos sectores que integram o agregado da fileira moda: sectores têxtil, vestuário, calçado e ourivesaria.

Para além deste conjunto de actividades com impacto bastante significativo na estrutura económica e do emprego regional, é ainda possível identificar um outro conjunto de actividades, que não exercendo uma influência tão significativa, é igualmente importante no desenvolvimento de um Cluster regional de moda. São elas:

  • a fabricação de vários artigos em couro (malas, vestuário, carteiras, etc) e equipamento de viagem;
  • a fabricação de produtos de decoração (fabrica­ção de artigos de decoração em plástico, metal e vidro);
  • a fabricação de artigos de desporto.


Para aproveitar todo o potencial criativo, promover o desenvolvimento de negócios e reforçar as sinergias entre os diversos sectores, foi recentemente constituído o Pólo de Competitividade da Moda.

No âmbito do desenvolvimento do Pólo foram definidas algumas linhas de acção. A primeira corresponde à “inteligência estratégica colectiva” que procura definir as acções necessárias para as indústrias do sector. A segunda e terceira linhas de orientação são dedicadasà tecnologia onde as universidades terão um papel fundamental no desenvolvimento de produtos e serviços.A quarta linha de acção refere-se ao projecto âncora do Pólo que visa dar formação e competências nos domínios do design, competitividade e mercados de forma a potenciar o aparecimento de novos criadores. Os restantes pontos-chave definidos centram-se na produção comercial e externa, na dinamização do investimento empresarial e apoio à fusão e cooperação empresarial.

Visa a implementação de iniciativas e estratégias de eficiência colectiva que visem a internacionalização, a inovação, a qualificação e a modernização do agregado fileira moda e que fomentem, de forma estruturada, a emergência de economias de aglomeração através da cooperação e do funcionamento em rede entre as empresas e entre estas e outros actores relevantes para o desenvolvimento da fileira.

Onde está?

Encontramos os sectores de actividade industrial mais relevantes:

  • o têxtil e vestuário, particularmente concentra­dos na NUT Ave;
  • o calçado, localizado nas NUT Entre Douro e Vouga e Tâmega;
  • a joalharia e ourivesaria, particularmente con­centradas na cidade do Porto e na sua periferia a Este, NUT III Grande Porto.

Todavia, tal como afirma o responsável pelo estudo que esteve na base da criação deste Pólo, Mário Rui Silva, “a maior parte das empresas do sector da moda estão sedeadas na Região Norte e por isso faz sentido que os parceiros envolvidos sejam da Região, mas o Pólo de Competitividade da Moda é um projecto de âmbito nacional”.

Quem o constitui?

A Associação Pólo de Competitividade da Moda (APCM) foi formalmente constituída no dia 9 de Outubro de 2009, tendo como entidades sócio-fundadoras:

  • a ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal;
  • a APICCAPS – Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes e Artigos de Pele e seus Sucedâneos;
  • a ANIVEC/APIV – Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecção;
  • a ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários;
  • a AORP – Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal;
  • a Associação Moda Lisboa.


O Pólo Competitividade conta igualmente com a presença de diversas empresas entre as quais:

  • Fátima Lopes;
  • Riopele;
  • Dielmar;
  • Flor da Moda;
  • Procalçado.
  • o CITEVE – Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal,
  • o CTCP – Centro Tecnológico do Calçado de Portugal
  • o INESC – Porto – Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores,
  • Universidade do Porto;
  • Universidade do Minho;
  • Universidade Católica;
  • Universidade da Beira Interior.

Quais os centros de saber que o suportam?

Perspectivas de Desenvolvimento

Este é um Pólo em construção. Os principais resultados esperados são em síntese:


Foi criada uma entidade para a gestão e o desenvolvimento do Pólo de Competitividade da Moda, a Associação do Pólo de Competitividade da Moda.

Moda

Entidade Gestora

Associação do Pólo de Competitividade da Moda

Endereço

Rua Alves Redol, 370 – Cedofeita
4050-042 Porto

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